Mundo de ficçãoIniciar sessãoNeusa pensou ter superado, seu ex-namorado Arthur Karelly, tudo estava indo muito bem em sua vida, até que uma única chamada, acaba com a sua tão sonhada paz. Foi só escutar sua voz que, todas as sensações voltaram como num loop infernal, todos os sentimentos, todos os medos e toda a mágoa voltaram a inundar seu peito. Neusa se vê, presa numa constante secção de Deja Vu. Arthur Kerry, quebrou o coração de sua Persephone há quatro anos atrás, ao terminar com ela, sem uma desculpa clara. Agora, ele está disposto a fazer de tudo para reconquistar sua amada, contudo, ao voltar para Maputo, encontra Neusa num novo relacionamento e aparentemente feliz. Será que Neusa, realmente esqueceu Arthur Kerry? Será que Arthur, vai conseguir recuperar sua amada?
Ler maisNeusa Cumbe Minha amiga está em coma, há um mês inteiro, ela não abre os olhos nem sequer fala conosco, ela está lá parada e sem fazer absolutamente nada. Eu não posso crer que Bruno, a pessoa que cresceu comigo, meu melhor amigo e ex-namorado, teve coragem de tentar matar Arthur e no final, fez mal a minha amiga. Os médicos quiseram desligar as máquinas, mas graças ao facto dos pais dela, serem sócios de uma clínica privada, ela foi transferida. Arthur se sente culpado, ele vive no hospital e tem revezado com Diogo, eles têm passado bastante tempo juntos.— Oi minha deusa, você não vai para casa? — Arthur vem em minha direção, trazendo um copo de café para mim. Ele tem olheiras fortes e profundas, ele não tem dormido nada, ele está se sentindo tão culpado que até está perdendo peso. — Oi amor, eu não consigo dormir, tem alguma notícia dela? — recebo o copo de café. Arthur se senta do meu lado e me abraça. — O quadro dela não mudou em nada ainda, aquele desgraçado não falou nada
Arthur Karelly — Cum¹! I zoí mou ² — minha deusa está tão molhada que os meus dedos entram de forma tão rápida e fácil que, não estou me aguentando, meu pau dói dentro das calças. Minha deusa grita de forma escandalosa, seus gemidos são altos demias sem nenhum pudor, ela está tão livre e leve que porra! Eu posso gozar só de olhar para ela. — Eísai vregmenos ³, cum — grunho aumentando a velocidade deles, passo eles para a parte de cima, tocando em seu clitóris. Minha deusa se contorce na cama, não aguentando com a pressão, ela está prestes a gozar, mesmo com a minha ordem de segurar o gozo, ela não vai aguentar. — Artur! — Ney grita o meu nome, seu grito sai estridente acompanhando o seu orgasmo. Ela não conseguiu segurar o gozo, porra! Eu sei que ela não conseguiria fazer isso, mas porra! Eu tinha um plano para ela. — Você gozou, mesmo depois que eu falei para não gozar! — comento enquanto abano a cabeça, faço um carinho em suas nádegas. Ela está totalmente satisfeito e cans
Neusa CumbeFaz uma semana desde que tudo aconteceu, desde que fui sequestrada e fiz as pazes com Arthur, desde então! Minha vida se resume em estudar e dar escapadinhas para transar com Arthur, não entendo nem como ou quando, mas eu já estou viciada em sexo ou melhor, precisamente estou viciada no sexo com Arthur Karelly e mesmo agora que estou fazendo isso, parece que quando acabar, eu vou querer mais. — Cum¹! I zoí mou ² — Arthur ruge enquanto gira os dedos dentro de mim, agora que estamos na casa dele, toda poderosa com o isolamento acústico, eu sinto que posso gritar sem nenhum problema. Meus gemidos não são nada discretos, e porra! Eu não me importo, a forma como os dedos dele batem dentro de mim e só de imaginar seu pau entrando, é o suficiente para antecipar o meu orgasmo.— Eísai vregmenos ³, cum — os dedos de Arthur entram com tanta facilidade que é impossível não gozar, mesmos depois de ele ter dito para me segurar. — Artur! — meu grito sai estridente acompanhando o meu
Neusa Cumbe — Arthur! Seremos pegos, pará! — tento repreende-lo mas ele não pára de castigar o meu clitóris com a sua língua. Porra! Essa posição nova não colabora em nada na minha tentativa de ser racional, ser chupada de quatro, é experimentar o prazer em um nível abismal, não existe uma explicação para isso, é surreal de tão bom! — Shiu, minha deusa, eu só vou parar em duas hipóteses — ele sussura girando a língua dentro de mim, de uma forma que me faz esquecer o meu próprio nome — Quando você gozar gostoso no meu pau, ou se realmente formos pegos — Arthur completa aumentando um dedo na minha vagina ex-virgem.Estou tão molhada que sinto a umidade escorrer pelas coxas. O som da embalagem do preservativo é o único aviso que tenho antes da investida. Arthur segurança o meu pescoço com força, deixo escapar um grito involuntário por causa da força da sua penetração, ele não se compadece com o meu grito, muito pelo contrário, ele mantém um ritmoinclemente, brutal e cru, que bane t










Último capítulo