Terminou o jantar sem sentir gosto de nada.
Sentou-se à mesa, mexendo no garfo mais do que comendo.
Pegou o celular de novo.
Abriu a conversa.
Nada além da própria mensagem solitária.
“Eu soube do seu irmão. Está tudo bem?”
Seca.
Correta.
Ignorada.
Foi para o sofá com um artigo aberto no tablet.
Leu a primeira linha.
Depois a segunda.
Na terceira já não sabia mais o que tinha lido.
Olhou o celular outra vez.
Ainda nada.
A impaciência começou a virar algo diferente.
Não era só espera.
Era descon