Fechando a porta atrás de si, Eduarda apoiou as costas nela por um instante, respirando fundo.
O dia tinha sido demais.
Hospital. Pedro. Letícia. Culpa. Medo.
Pegou o celular já sabendo pra quem precisava escrever.
Daniel.
Digitou rápido, antes que mudasse de ideia:
“Você pode me ligar quando der?”
Minutos depois, assim que entrou no carro, o telefone tocou.
— Oi — ela atendeu. — Eu liguei pra agradecer pelo que você fez ontem.
— Não precisava — ele respondeu, simples. — Eu só… fiquei preocupad