Quando Helena saiu do banheiro, ainda com o celular na mão, quase deu um pulo.
André estava de pé no corredor.
Já acordado.
Observando.
Ele tinha acordado com o barulho da porta e estranhado o fato de Helena não estar mais na cama.
E agora via o rosto dela.
Pálido.
Tenso.
— Está tudo bem? — perguntou, com a testa levemente franzida.
Helena demorou meio segundo para reagir.
Instintivamente levou o celular para trás do corpo, como se escondesse.
— Sim.
A resposta saiu rápida demais.
— Claro.
Ela