O prédio de TI estava silencioso demais.
Pedro entrou, jogou a mochila na cadeira e ficou em pé por alguns segundos, olhando para a própria mesa como se ela tivesse feito algo errado.
As imagens não saíam da cabeça.
As rosas.
O sorriso.
O jeito leve dela segurando o buquê como se aquele gesto não tivesse peso nenhum.
Como se ele não existisse.
Passou a mão pelo rosto com força, respirando fundo.
— Porra… — murmurou, sozinho.
Abriu o computador, fechou. Abriu de novo. Nenhuma tela fazia sentido.