As vinte e quatro horas que se seguiram foram uma forma requintada de tortura. O refúgio de Pedro, antes um santuário de paz e rendição, transformara-se numa gaiola de luxo cheia de silêncio e palavras não ditas. O som das ondas, que na noite anterior parecia uma canção de ninar, agora soava como o suspiro melancólico de um paraíso perdido.
Isabella estava em cacos. A mulher que tinha adormecido nos braços de Pedro, que tinha ousado sonhar com um armistício, desaparecera. No seu lugar, a estrat