O ar no laboratório do Projeto Ícaro estava tão rarefeito que era quase impossível respirar. A mão de Isabella, um toque leve e provocador sobre o fecho da calça de Pedro, era o único ponto de poder em todo o universo. A pergunta dela — "O que eu quero primeiro?" — pairava entre eles, uma sentença e uma promessa.
Pedro a encarava, o rosto uma máscara de desejo frustrado, fúria e uma admiração relutante que o consumia. Ele, o mestre do controle, o rei de um império, estava completamente e totalm