O carro blindado cruzou os portões de ferro trabalhado da mansão dos Falconi, parando suavemente diante da imensa entrada de mármore. O silêncio do fim de tarde cobria a propriedade, mas a atmosfera entre os ocupantes do veículo era densa e eletrizante. A água do mar já havia secado sobre a pele de Diogo e Manuela, mas as marcas invisíveis da explosão e a memória do atentado ainda queimavam no peito de ambos.
Assim que os seguranças abriram as portas do automóvel, Manuela desceu primeiro. Ela t