ANGELINA
Meu pai e eu acompanhamos sua saída com o olhar até que ela suma de vista.
— Escute, Angelina. - meu pai chama minha atenção de volta para ele.
— Grande parte da minha vida eu passei longe do meu país, aprisionado na porra da Rússia com um cargo que eu não deveria exercer, privado do meu sobrenome e de ser quem eu era. E quando cheguei aqui com a sua mãe, eu jurei a mim mesmo que isso jamais aconteceria com você, você jamais seria prisioneira de ninguém, nem privada do seu sobrenome