A semana seguiu tranquila.
Pela primeira vez em muito tempo… tranquila de verdade.
Sem crises.
Sem tensões.
Sem aquela sensação de que algo estava prestes a dar errado.
Apenas… rotina.
Na segunda-feira, o despertador tocou às seis da manhã.
Rafael se espreguiçou, ainda meio sonolento, e virou o rosto em direção a Amélia.
Ela ainda dormia, abraçada ao travesseiro, com Chloe enroscada perto de suas pernas.
Ele sorriu.
Com cuidado, se aproximou e beijou o ombro dela.
— Bom dia, dorminhoca.
Amélia