Assim que chegaram ao hospital, tudo aconteceu rapidamente. A equipe médica já aguardava na entrada de emergência. Assim que os enfermeiros visualizaram o estado de Ane, assumiram imediatamente o controle da situação. A maca foi trazida às pressas. Perguntas foram feitas. Sinais vitais conferidos. Ordens médicas ecoaram pelos corredores.
E, em poucos segundos, Ane desapareceu atrás das portas duplas do centro cirúrgico. Restando apenas silêncio. E espera. A pior parte de qualquer investigação.