Mas Clara... Clara havia encontrado uma forma de atravessar suas muralhas. E isso a assustava. Mais do que admitiria.
— Você sobreviveria. Respondeu por fim.
— Não sobreviveria não.
— Sobreviveria.
— Não.
— Sim.
— Não.
— Sim.
— Chata.
— Infantil.
Clara cruzou os braços. Depois sorriu novamente. E foi então que Isabelly pegou sua bolsa.
— Se já terminou o espetáculo, estou indo.
— O quê?
— Preciso voltar ao trabalho.
— Não.
— Como assim não?
— Não pode ir.
— Clara...
— Espera.
Ela segurou o braç