Grego, mais uma vez, agiu como filho da puta comigo. Gosto pra caramba daquele babaca, mas gosto ainda mais de mim mesma. Odeio quando duvidam da minha palavra, odeio quando do nada ele surta e me ameaça sem nem me deixar explicar o meu lado. Fui burra de ter ido naquele maldito lugar, mas porra… só quero acabar com tudo isso, viver livre, poder sair com os meus filhos sem medo.
— Vem, Mel, hora de dormir.
— Oi, Vitória. A porta estava aberta.
— Alice saiu há pouco, deve ter esquecido. E você,