— Como assim? Você vai viver aqui do lado. — Falei, achando graça da ideia.
Mas Kai não sorriu.
Ele continuava parado, encarando o berço de um jeito estranho. Suas mãos tocaram o colchão, depois os travesseiros, como se testasse a firmeza. Algo na expressão dele me deixou preocupada.
— Ei... você está bem? — perguntei, me aproximando.
Então, de repente, ele soltou:
— Eu não quero ninguém criando a minha filha, Cassidy.
Franzi o cenho, confusa.
— O quê? Do que você está falando?