Júlia Bennet
A luz suave da manhã se infiltrava pelas cortinas, criando um jogo de sombras e feixes fracos de luz na parede do quarto. Despertei lentamente, meus olhos abriam-se gradualmente, adaptando-se à penumbra morna que envolvia o ambiente. O cheiro do lençol, hmmmmm, que cheiro bom, er uma mistura de sabonete caro e da essência da pele gostosa de Pedro que mesmo algumas horas pós banho ainda pairava no ar, trazendo à minha memória os momentos intensos da noite anterior.
Tentei virar-me,