A borda da roupa do homem balançava sozinha, sem vento, e Bruno chegou com raiva.
Ele foi se aproximando, passo a passo, e, com um movimento brusco, abriu a porta do carro e agarrou meu pulso, que ainda segurava o volante.
— Você quer me matar?!
Ele me arrastou para fora do carro, e no instante seguinte, levantou meu queixo com a mão, forçando-me a olhá-lo. Nos seus olhos, havia ódio suficiente para destruir o mundo, como se quisesse me devorar.
Ele ficou me encarando, com os olhos ainda mais