Os lábios de Gisele tremiam, e seus punhos, já fechados, se apertaram ainda mais.
Eu não tinha a menor dúvida de que, se não houvesse ninguém mais por perto, o soco dela já teria acertado meu corpo.
Gisele ficou sozinha atrás de mim por um longo tempo, em silêncio. Eu não sabia o que ela estava pensando, mas dava para ver pelo seu estado que, finalmente, tinha se acalmado.
Ela se sentou diante da penteadeira ao meu lado, e nossos olhares se encontraram no espelho. Seus olhos distorcidos pareci