Rui abriu a mão diante de mim, devagar, fechando-a em um punho.
Seu temperamento, incapaz de se conter, transparecia na respiração pesada que saía de suas narinas.
— Vire de costas e espere aqui por mim, preciso resolver uma coisa e já volto!
Eu o puxei pela mão.
— Não vá!
— O que você está fazendo? Ele...
Eu o interrompi.
— Eu sei, não é necessário. — Para não parecer tão miserável, forcei uma expressão de indiferença. — Foram aquelas mulheres que eu mesma escolhi para ele.
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