Na solitária e fria sala do edifício branco, Bruno estava sentado sozinho à mesa, com os olhos fixos na janela.
Nos olhos dele, havia uma calma desesperançada.
Já se passava mais de um mês. Ele havia seguido as recomendações dos médicos, tomado os remédios, se submetido às injeções. Todos diziam que ele estava melhorando, mas só ele sabia a verdade: ele estava muito mais doente do que qualquer um imaginava.
Sempre que pensava em Ana, seu coração doía.
Durante todo esse tempo, ela não havia liga