102. Irmã de coração
Branca
Depois que Aelyn finalmente pegou no sono, a casa mergulhou num silêncio que parecia vivo. Não era o silêncio tranquilo da madrugada comum; era daqueles que se sentam ao seu lado, pesam no peito e observam cada respiração sua como se esperassem um erro.
Fechei a porta do quarto dela com o maior cuidado do mundo, parando ali por alguns segundos só para ver o peito pequeno subir e descer, o ursinho apertado contra o rosto. Ela dormia de boca entreaberta, um fio de baba escorrendo no traves