O homem no meio se aproximou de nós, e eu recuei.
Vera não recuou; segurava a faca nas mãos, pronta para lutar. Ele sacou sua arma e, antes que ela pudesse se mover, atirou.
Ela caiu no chão, com uma bala cravada na testa.
— Então me diga, Escolhida... você já foi... fodida?
— Eu não fiz mal a nenhum de vocês.
— Você não, mas a Imperatriz fez. Foi o nosso irmão que ela mandou lá fora para ser morto.
— Sinto muito. Mas esses homens juraram servir e proteger; não foram forçados.
Os três caíram na risada. — “Sinto muito”. — Um deles imitou com deboche. — Suas condolências não trazem os mortos de volta, trazem?
— Por que não deixamos uma mensagem para a Imperatriz, uma que ela nunca vai esquecer? Vamos descobrir quão pura a Escolhida realmente é, que tal?
— Quando terminarmos com você, vai desejar nunca ter nascido. Mas não se preocupe, não vamos te matar. Você é bonita demais para morrer. — Disse o terceiro homem.
Um deles me empurrou no chão; antes que eu pudesse me levantar, o peso dele