Um dos membros do conselho, que eu acreditava se chamar Austin, foi o primeiro a falar.
— O Alfa está tão sozinho quanto pode estar. — Disse ele, lançando um olhar aos soldados deles.
— Saiam. — Ordenou Alexander, e por um momento ninguém se mexeu. — Agora!
— T-tem certeza? — Perguntou outro dos conselheiros.
— Eles são meus convidados; seria grosseiro não ouvi-los. — Disse Alexander, e a mulher sorriu. O sorriso poderia parecer um pouco sedutor, mas ela tinha idade para ser minha mãe, então talvez fosse só eu analisando demais.
Nossos soldados saíram primeiro, seguidos pelo conselho de conselheiros, que parecia estar em todos os lugares onde Alexander estava.
Os olhos da mulher se voltaram para mim.
— Ela é minha Luna; ela fica. — Disse Alexander, e a mulher apenas assentiu.
Um dos homens de azul entregou à mulher uma caixa de madeira; ela pegou uma chave e a destrancou.
— Posso? — Perguntou ela, e Alexander assentiu.
Ela caminhou até nós, subindo os degraus, até ficar a poucos passos