— Os pergaminhos não diziam nada sobre como isso foi usado. — Disse Isabella para mim.
Peguei a flor da mão dela e a rasguei; imediatamente, ela ficou preta. Por dentro havia um estranho líquido escuro. Tive uma sensação esquisita, como se já tivesse visto aquilo antes.
— Talvez eu deva beber isso. — Ela murmurou. Dei de ombros. Ela pegou a flor de volta da minha mão, e eu a observei beber a seiva. Aquilo era ainda mais estranho do que eu imaginava.
— Como você se sente? — Perguntei.
Ela olhou p