CARMEM NARRANDO.
Páro e eles passam na frente, destravo o carro e o Ian chora e eu me viro para acamá-lo, foi muito rápido só sinto a porta sendo aberta e um revólver na minha barriga.
— Calada, não faça nenhum alarde. Vai ficar tudo bem se você não começar a dá uma de esperta.
— Por favor, não nos faça mal. - Eu só pensava no Ian e no meu bebe.
— Calada, fica quietinha. - Ele colam uma algema nas minhas mãos e me põe no banco de trás. Percebo que eles mexem em alguma coisa do pai