—Boa noite, Evelyn. Já faz um tempo que não nos vemos.
Evelyn encarou Adelina com raiva mortal, lembrando-se da última conversa entre elas. Da forma como aquela mulher praticamente havia confessado envolvimento na morte de seus pais.
A raiva dentro dela era tão intensa que chegava a ser sufocante.
Mas não podia perder o controle ali.
—Adelina... — pronunciou friamente, sem esconder o desprezo. — Provavelmente não temos nos encontrado porque não frequentamos mais os mesmos lugares.
Um sorriso de