Leonardo não conseguiu dormir naquela noite. As horas se arrastaram em um silêncio pesado, e cada vez que fechava os olhos via o momento em que o carro atingira Lara, a expressão de pânico congelada em seu rosto.
O coração dele parecia não ter descanso.
Ainda estava escuro quando ele se levantou da poltrona, onde havia cochilado por alguns minutos. Passou a mão pelos cabelos desalinhados, respirou fundo e saiu do quarto. Carlos, sempre atento, já o esperava no corredor com a postura firme.
— Al