Capítulo 237 — Já Sou Quebrado

Capítulo 237 — Já Sou Quebrado

José Alves

O elevador se abriu na cobertura do Atlas e o silêncio do apartamento me atingiu de forma diferente do hospital. No hospital, o silêncio era clínico, frio. Aqui, era um silêncio de ausência. Faltava a risada da Athena, a voz mandona do Atlas, a alegria da Sammy.

Assim que entramos, Georgina veio correndo do corredor. Os olhos dela estavam inchados, o avental amassado nas mãos trêmulas.

— Meninos... — A voz dela falhou. — Notícias? Por favor, me digam al
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