Mirella:
Não sei de onde tiraram cordas, e em pouco tempo as minhas mãos estavam presas à mesa. Eu ali, de bruços sobre ela, seios colados em uma pilha de papéis, os pés no chão, a bunda empinada, pernas arreganhadas.
Senti uma língua deslizar da minha buceta úmida ao meu cuzinho excitado, me fazendo estremecer a cada passada de língua.
— Implora! — exigiu Thiago.
— Por favor, me fode, me faz gozar, dessa vez sendo fodida...
Estava quase chorando de desespero. Fui invadida sem piedade, com uma