Dante:
Sério, nunca senti tanto medo ao sentar nessa cadeira. Olhei pra debaixo da mesa e ela estava na maior cara de safada, mordendo os lábios. Tentei disfarçar, segurei meu pau, mas ela deslizou a mão sobre a minha e lentamente abriu o zíper, expondo meu pau duro como pedra.
Começou a me chupar e eu a suar frio. Afonso não parava de falar e meu desespero aumentou. Quando estava quase gozando, ela parou.
— Porra!!! – Afonso me olhou, assustado.
— Senhor Romano, se a proposta for baixa, podemo