Mundo de ficçãoIniciar sessãoQuando estaciono em frente à casa da Belinda, respiro fundo. Antes de tocar a campainha, passo a mão no cabelo e me certifico de que o sorriso não parece forçado, mas é inútil. Estou nervoso de verdade.
A porta se abre, e lá está ela.Belinda.Usa um vestido leve, em tom claro, que contrasta perfeitamente com a pele e faz brilhar o olhar dela.Por um instante, esqueço até de respirar.— Oi, Pedro. — ela diz, sorrindo, e o som da voz dela me acalma e me desarma ao mesmo tem






