Cap 149. Confissão sem verdade
Nos dias que se seguiram, a pressão não diminuiu. Marcelo passou a ser tratado como o único nome possível para aquele crime. A investigação avançava, mas sempre voltava para ele. Sempre encontrava um caminho que o colocava no centro de tudo.
A imprensa não o deixava em paz. Na universidade, microfones eram erguidos antes mesmo de ele atravessar o estacionamento. No hospital, câmeras esperavam na entrada, transformando cada chegada em um espetáculo público. Perguntas eram jogadas sem cuidado,