Acordei com o calor do corpo do Bernardo colado no meu. Seus braços me envolviam de um jeito protetor e confortável, como se ele quisesse me manter ali para sempre. Sorri de olhos fechados por alguns instantes, me permitindo apenas sentir.
Quando me mexi levemente, ele murmurou, ainda sonolento:
— Bom dia, linda.
Abri os olhos e encontrei os dele, ainda pesados de sono, mas iluminados com aquele brilho carinhoso.
— Bom dia, Bê — respondi, minha voz rouca de sono.
Ele se esticou pregui