A cela ficava a poucos passos da entrada do porão e, lá dentro, ela estava encolhida, dormindo feito um anjo. Puxando uma cadeira, ele se sentou enquanto a observava, a doutora devia estar realmente cansada para dormir daquele jeito em um lugar como aquele, sem qualquer conforto.
Mesmo dormindo, a sensação de estar sendo observada era crescente, as pálpebras tremeram e, ainda sonolenta, Lívia abriu os olhos, a visão estava um pouco embaçada.
— Buongiorno! — disse a voz rouca. — Dormiu bem?
Lív