O galpão finalmente estava em silêncio.
As sirenes que salvaram aquele momento já tinham ido embora.
Mas o impacto…
Ainda estava ali.
Pesado.
Difícil de ignorar.
Helena ainda estava ajoelhada na frente de Lorenzo.
As mãos no rosto dele.
Tremendo.
— Você tem certeza que está bem? — perguntou ela, com a voz baixa.
Ele respirou fundo.
Ainda tentando recuperar o fôlego.
— Tô.
Mas não parecia.
Havia um corte leve no canto da testa.
E o olhar…
Ainda carregava tensão.
Helena passou o dedo com cuidado