Acordei sentindo meu corpo pesado, ainda carregado pela lembrança da noite longa com William. Estiquei-me na cama, sentindo os músculos reclamarem de cada movimento, uma constatação do quanto foi intensa a nossa noite depois que conversamos. Um sorriso tímido se formou em meus lábios com as lembranças enquanto minha mão tateava o colchão, procurando por ele. Mas o espaço estava vazio, frio, e a ausência dele me fez franzir a testa.
— Will? — o chamei com a voz rouca de sono, mas não houve respo