~ PAULA ~
Na manhã seguinte ao baile, eu acordei cedo na minha cabine — não porque eu precisava, mas porque eu tinha aprendido desde pequena que a melhor maneira de lidar com um incômodo é olhar direto para ele até ele virar informação.
Sentei com a bandeja de café da manhã diante de mim, o mar do lado de fora fazendo aquele barulho constante de riqueza em movimento, e peguei o celular.
A imagem da babá apareceu na minha cabeça antes mesmo de eu digitar qualquer coisa.
O rosto. O olhar. A energ