52. Não é importante
Nathaniel Meyer Donovan
As palavras dela me atravessaram como um raio.
"Sou sua. Só sua."
Trêmula, sim. Mas convicta o suficiente para destruir o pouco controle que eu ainda fingia ter.
Foi a última rachadura.
O fim da resistência.
E o começo de tudo o que eu queria.
Meu corpo inteiro vibrava com um desejo primal, cru, urgente, inegociável. Eu não sabia se devia, não sabia se a merecia. Mas Lúcia... eu a queria na minha vida. No meu futuro. No meu destino. E que se danasse o resto.
Beijei-a com