Mundo ficciónIniciar sesiónMoira
Voltamos ao hospital com a noite se infiltrando. Eliza vinha pulando ao meu lado, abraçada ao dinossauro de pelúcia como se fosse um segredo. Quando entramos no quarto, Lúcia estava mais corada; Nate, sentado na beira da cama, tinha aquele olhar de quem tenta parecer calmo, mas está inteiro em alerta.
“Eliza, o que você escolheu?” Lúcia perguntou, a voz mansa.
“O protetor oficial do Samuel contra monstros!” Ela ergueu o dinossauro e o apertou no peito. “Ele é bravo, mas só com quem faz mal. Com o Samuel ele vai ser bem fofinho.”
Nate sorriu de verdade, um sorriso raro, que eu já sabia que aparecia quase sempre por causa da filha. “E







