O telefone tocou às três da manhã de uma sexta-feira, me tirando de um sono profundo. Por alguns segundos, fiquei completamente desorientada, tentando entender onde estava e por que meu celular estava fazendo barulho no meio da madrugada londrina.
Quando finalmente consegui alcançar o aparelho na mesinha de cabeceira, vi o nome "Zoey" piscando na tela. Meu coração deu um salto - ligações no meio da madrugada nunca eram boas notícias.
— Zoey? — atendi, ainda com a voz rouca de sono. — Está tudo