O silêncio daquela suíte VIP de segurança era quase claustrofóbico. Sentada na poltrona ao lado da cama onde o Lucas dormia, eu observava o subir e descer lento do peito do meu irmão. A tempestade lá fora tinha dado trégua, mas a minha mente continuava sob um verdadeiro dilúvio.
Em menos de vinte e quatro horas, a minha vida tinha virado do avesso de uma forma irreversível. Eu olhava para os meus próprios dedos e parecia ainda sentir o peso da caneta de metal. Eu tinha assinado o acordo. Tinha