Acordamos com alguém batendo na porta, estamos sonolentos ainda, então demoramos um pouco para entender o que está acontecendo, pelo menos até eu ouvir a voz de Lorena do outro lado da porta discutindo com alguém.
— Kadu! Abre a porta, sou eu!
Meu sangue gela e automaticamente digo:
— Minha mulher!
Letícia dá um pulo do sofá, ela está paralisada.
Ela está enrolada no lençol e eu estou ao seu lado completamente nú.
— Ai droga!
Ela diz sussurrando.
Começo a catar minhas roupas pelo chão e