NATÁLIA
Ricardo me levou até a enfermaria, que estava cheia de membros feridos da alcateia e rogues. O fedor putrefato de carne queimada pairava no ar como um fantasma assombrando minha própria existência.
Meus dedos se apertaram em torno da mão de Ricardo enquanto a dor e a culpa ameaçavam me consumir por completo.
Cada passo que me levava perto de Ana enviava minha mente para um transe de entorpecimento. Eu não conseguia sentir meu corpo, minha loba, meu coração. Eu me sentia fria e a única