Eu estava correndo por uma floresta escura, com árvores retorcidas, o chão úmido sob meus pés descalços. Algo me perseguia, fazendo sons animalescos, com uma respiração pesada, algo que não era humano.
Eu corria sem direção, esbarrando em diversos galhos, machucando os pés em pedras e galhos caídos, mas continuava fugindo, temendo o que quer que estivesse atrás de mim.
Até que, de repente, uma luz branca e tão intensa que quase me cegou, me puxou para si, como se tivesse vida própria, como se