- Não! – foi a minha resposta – Principalmente porque você está brincando com a vida de uma família por causa de um capricho da sua filha.
- Capricho ou não, ela é minha filha! E Ísis quer você.
- Não sou uma mercadoria.
- Teoricamente é – ele sorriu, coçando a cabeça, de forma divertida – No sentido de que vende a si próprio.
- É um trabalho.
- Eu sei, Ryan. Relaxe! Foi só uma brincadeira.
- Querer me obrigar a casar com a sua filha foi uma brincadeira?
- Não... A brincadeira foi a respeito do