Nina piscou, olhando para ele com um olhar travesso:
— Claro, ainda bem que você veio, senão eu não conseguiria voltar para casa hoje à noite.
Abelardo, sem alternativa, olhou para ela, se preparando para ajudá-la a levantar, quando Dalila, abraçando Nina e se recusando a soltá-la, começou a bater no braço de Abelardo:
— Vá embora, não toque na minha melhor amiga, ela é minha.
Abelardo ficou sem palavras.
Ele riu, frustrado.
Não esperava que as mulheres também disputassem a atenção de Nina.
Ele