Marilda encarou Álvaro por um momento e, ao abrir a boca, sua voz era suave como a água:
— Olá, Sr. Álvaro. Desculpe, o trânsito estava um pouco congestionado. Cheguei alguns minutos atrasada e fiz você esperar.
Álvaro sorriu, despreocupado:
— Não tem problema. Acabei de chegar também. O que gostaria de beber?
Marilda sorriu com extrema delicadeza e, quando sorria, duas covinhas bem marcadas apareciam em suas bochechas, o que a fazia parecer doce, além de gentil:
— Eu só quero um copo