CINDERELA
— Está melhor? — Amaymon pergunta limpando as lágrimas em meus olhos.
— Sim — balanço a cabeça.
— Vamos sentar? Quer uma água?
Não respondo, simplesmente porque meu olhos encaram quem menos imagino ver aqui: Anastácia, seguida por um médico, sua mãe e sua irmã.
— O que está acontecendo?
Ele segue meu olhar.
— Ela vai doar sangue.
— Mas eu posso doar? Ou não? — Agora não me lembro se grávidas podem doar sangue. Minha mente está bagunçada demais para sequer alinhar o que sei do que acho