(Esmen)
Tauron não me ouviria. Para ele, eu não tinha do que me queixar, parecia apenas uma cativa querendo mais oportunidades para fuga. Minha sina era viver sendo seguida por pessoas que me desagradavam.
— Chame sua serva! — ele ordenou, ainda ali, muito próximo. Sem tocar.
— Ernest? — Virei o rosto na direção da porta de entrada.
— Chame-a!
Engoli o bolo que se formou na garganta. Estava nervosa, desgostando de sua dominância. Fiz um leve movimento nas cordas vocais, preparando-me para