O sol ainda estava baixo quando Valentina abriu os olhos.
Por um momento ela demorou a lembrar onde estava.
O quarto era simples, as paredes de madeira clara e a janela larga deixando entrar uma luz fria e azulada da manhã patagônica.
Então ela sentiu o peso do braço de Rafael sobre sua cintura.
O coração bateu um pouco mais rápido.
Valentina virou o rosto devagar.
Rafael ainda dormia.
O cabelo escuro bagunçado sobre a testa, a respiração profunda e tranquila, algo raro em um homem que normalme