O hospital do Grupo Montenegro não era um lugar comum.
Localizado em uma das regiões mais nobres da cidade, o prédio de vidro e aço refletia a luz do fim da tarde com a mesma imponência silenciosa que caracterizava tudo que levava aquele sobrenome. Não havia tumulto. Não havia filas visíveis. Nem barulho desorganizado.
Havia eficiência.
Discrição.
Controle absoluto.
Assim que o carro parou na entrada reservada, as portas automáticas se abriram antes mesmo de Arthur precisar anunciar qualquer co